sexta-feira, 27 de março de 2009

Lidando com uma carente e ex-religiosa

Ontem saí com a mina da quarta. Quando você sai só com ela não existe muito jogo, não tem outras mulheres para ir lá pra te ajudar. É um mano a mano. Você e ela, no máximo dá pra fazer um joguinho de linguagem corporal, mandar uns neguizinhos (Neg é tirar com a mina a fim de baixar a auto-estima dela e fazer com que ela trabalhe para ganhar atenção), fingir desinteresse para punir, trabalhar o conforto ao contato (Kino)... mas é tudo ali, não tem como vc deixar a mina e ir conversar com outras... mas fui com a idéia de gastar minhas 7 horas, deixá-la tranquila e depois tentar o gol.
No começo ela tava meio travada e isso acabou, agora ela está tranquila comigo.
Essa mina, chamarei de Re, é bonitinha, não é um 8 não, tá mais pra 7,5. É magrinha, tem olhos claros, um tanto insegura e pouco confiante. Mas parece ser gente fina, carente, e carente de sexo também. Se ela malhasse, fosse segura, siliconão ela seria uma 9,5. Apesar de baixinha, tem traços de modelete. Mas ela não sabe disso, e não será eu quem vai falar! 

A treta é que ela tem histórico religioso, já foi parte de um grupo sério de carmelitas, parou faz tempo, diz não concordar com tudo mais. Mas deve ter dentro dela um tanto bom dos ensinamentos broxantes da igreja católica.

Passei a noite cutucando a mina, ela quer dar e até deixa tocar na vagina dela. Mas não tira a roupa, não mostra e não deixa tocar nos peitos (ela tem vergonha) e toda hora que avanço um pouquinho o sinal vejo que a mina congela. Não é que ela fale não avance e continuemos nos amassos, a mina se assusta mesmo. Mas acabou dormindo aqui e ficou abraçadinha a noite toda.

Ela quer, percebo isso, mas é muito travada e deve ter um medo tremendo de ser aproveitada pelos homens ou não se permite curtir o sexo por sí só.
Tenho duas estratégias, uma é ficar tentando até ela acostumar comigo e se abrir e a outra é fazer com que ela tenha que trabalhar por mim. 

Me dediquei muito ontem e ela deve achar que estou muito afim. Isso é bom pois dá a idéia de que sou persistente, bom, atencioso e que serei um bom parceiro para a vida dela. Por outro lado, se fosse outra mina com mais manha da vida, isso me coloca pra baixo e ela passaria a tripudiar.
As 7 horas de construção de conforto já se passaram e agora o máximo que conseguí for dar uma masturbadinha na mina.

Outra opção é chamá-la pra sair num lugar público e fazer meu showzinho de macho alfa e deixá-la insegura, como fiz com a anterior e acabei comendo. Mas acho que isso não rola, a Re não tem esse traquejo social/sexual e vai se assustar fácil. 

Me sinto meio o lobo mal cercando a chapeuzinho vermelho. Ao mesmo tempo que tenho dó do que está prestes a acontecer com ela, acho bem oportuna a chance de me envolver com esse tipo de mulher.

Farei o jogo do "pair bounding" entrar pra namorar e não o do "é sua chance de dar pra mim se não eu vou comer outra melhor que você".  Mesmo assim, vou mandar Kino escalation (aumentar o conforto da mina com o toque) forte hoje. Chegar pegando na bunda, mordendo pescoço, enfiando a mão dela no meu pau. Tudo para deixá-la confortável e não ter um choque grande na hora de dar.

Outra coisa, álcool, vou deixar essa mina doidinha com vodka e energético. O álcool tira barreiras religiosas e culturais. Fui forte na quarta, leve ontem, pegarei pesado hoje denovo. 

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